terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Ambientalismo pode se tornar sinônimo de prosperidade



A sustentabilidade, antes vista como capricho de um seleto grupo de empresas, hoje é reconhecida como um dos tripés do desenvolvimento econômico, social e ambiental. Hoje, este termo é parte de qualquer planejamento estratégico de qualquer companhia, ainda mais se ela for de capital aberto. Um exemplo a ser seguido é o caso da SLC Agrícola, uma empresa familiar que se profissionalizou e abriu capital em bolsa no ano de 2007.

Com expertise na produção de soja, milho e algodão, a companhia hoje tem 220.8 mil hectares plantados com as três commodities espalhados pelo Brasil. Todas as ações são realizadas respeitando o Código Florestal. Prova disso é que, em comunicado recente ao mercado, a companhia divulgou que está adquirindo, por R$ 3,36 milhões, oito mil hectares de terras no município de Santa Cruz do Xingu, MT.

Tal medida é estatégica e visa a compensação de Reserva Legal de futuras aquisições. Essa antecipação faz parte do novo paradigma empresarial que coloca a sustentabilidade como elemento essencial a todo o processo produtivo.

Para o presidente da SLC Agrícola, "a nova consciência ambiental exige que as empresas agrícolas coloquem a natureza em primeiro lugar".

No quesito social, a empresa se diferencia por ter um plano de carreira vertical, ou seja, promove a prata da casa, iniciativa que estimula os funcionários da empresa.

Quanto ao desempenho econômico, os números falam por sí. Em 2008, o lucro bruto foi de R$ 166,3 milhões, um salto de 124,1% em relação aos R$ 74,2 milhões registrados no ano anterior.


Por Bárbara Ferragini
Informações Revista Dinheiro Rural.


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